Furoato de FluticasonaBula do Princípio Ativo

Furoato de Fluticasona - Para que serve?

Furoato de Fluticasona é indicado para o tratamento dos sintomas nasais, como rinorreia (secreção nasal), congestão (nariz entupido), prurido (coceira no nariz) e espirros, e dos sintomas oculares (que afetam os olhos), tais como prurido/ardência (coceira/ardor), lacrimejamento e vermelhidão, da rinite alérgica sazonal ou seja, que ocorre em determinadas épocas do ano.

Também é indicado para o tratamento dos sintomas nasais (rinorreia, congestão nasal, prurido nasal e espirros) da rinite alérgica crônica (que ocorre durante todo o ano).

Tratamento dos sintomas nasais (rinorreia, congestão nasal, prurido nasal e espirros) da rinite alérgica sazonal e crônica.

Furoato de Fluticasona: Contraindicação de uso

Fluticasona é contraindicado para pacientes com alergia a qualquer um dos ingredientes do produto.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Furoato de Fluticasona: Posologia e como usar

Fluticasona deve ser administrado somente por via nasal.

O spray nasal agora está pronto para uso.

Posologia do Furoato de Fluticasona

Furoato de Fluticasona destina-se somente à administração por via nasal. Para um benefício terapêutico completo, recomenda-se o uso regular do medicamento. Observou-se o início de ação 8 horas após a primeira administração. Podem ser necessários vários dias de tratamento para que se obtenha o benefício máximo. Deve-se explicar ao paciente a ausência de efeito imediato.

Para o tratamento de rinite alérgica sazonal e perene.

A dose inicial recomendada é de dois jatos (27,5 mcg por jato) em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 110 mcg).

Após o controle adequado dos sintomas, pode-se obter manutenção eficaz reduzindo-se a dose para um jato em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 55 mcg).

A dose inicial recomendada é de um jato (27,5 mcg por jato) em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 55 mcg).

Os pacientes que não apresentarem melhora adequada após usar um jato em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 55 mcg) podem passar a aplicar dois jatos em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 110 mcg). Após o controle dos sintomas, recomenda-se a redução da dose para um jato em cada narina uma vez ao dia (dose diária total: 55 mcg).

Não há dados que recomendem o uso de Furoato de Fluticasona no tratamento de rinite alérgica sazonal ou perene em crianças menores de 2 anos de idade.

Não é necessário nenhum ajuste de dose.

Não é necessário nenhum ajuste de dose para pacientes com insuficiência hepática.

Furoato de Fluticasona - Reações Adversas

Dados de estudos clínicos de grande porte foram usados para determinar a frequência de reações adversas.

Entre adultos e adolescentes, a incidência de epistaxe foi mais alta no uso de longa duração (mais de seis semanas) do que no uso de curta duração (até seis semanas). Em estudos clínicos pediátricos de até 12 semanas de duração, a incidência de epistaxe foi similar entre Furoato de Fluticasona Spray Nasal e placebo.

Crianças.

Em um estudo clínico de um ano avaliando-se o crescimento em crianças pré-púberes que receberam 110 microgramas de furoato de Furoato de Fluticasona uma vez por dia, uma diferença média de -0,27 cm na velocidade de crescimento foi observada em comparação com placebo por ano.

Cefaleia .

Rinalgia, desconforto nasal (incluindo queimação, irritação, ulceração nasal), ressecamento nasal.

Manifestações de hipersensibilidade que incluem anafilaxia , angioedema , rash e urticária .

Perfuração do septo nasal.

Infecções por candida albicans, dificuldades de cicatrização, catarata , glaucoma , imunossupressão, dor faringolaríngea, dor nas costas , nasofaringite, pirexia e tosse .

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Furoato de Fluticasona: Interações medicamentosas

Furoato de Fluticasona é rapidamente eliminado por extenso metabolismo de primeira passagem mediado pelo citocromo P450 3A4. Em um estudo sobre interações medicamentosas do Furoato de Fluticasona e do cetoconazol , um potente inibidor da CYP3A4, houve mais pacientes com concentrações plasmáticas mensuráveis de furoato de Furoato de Fluticasona no grupo do cetoconazol (seis dentre 20 participantes) em comparação com placebo (um dentre 20 participantes). Esse pequeno aumento da exposição não resultou em diferença estatisticamente significativa dos níveis séricos de cortisol entre os dois grupos durante 24 horas.

Os dados disponíveis sobre indução e inibição de enzimas indicam não haver base teórica para prever, com doses intranasais, interações metabólicas clinicamente relevantes entre o furoato de Furoato de Fluticasona e o metabolismo mediado pelo citocromo P450 de outros compostos. Portanto, não se conduziu nenhum estudo clínico para investigar interações do furoato de Furoato de Fluticasona com outros fármacos.

Furoato de Fluticasona: Precauções

Com base em dados obtidos em pesquisas sobre outros glicocorticoides metabolizados pela CYP3A4, não se recomenda a coadministração com ritonavir , devido ao risco potencial de aumento da exposição sistêmica ao Furoato de Fluticasona.

Efeitos sistêmicos com corticosteroides nasais foram relatados, particularmente em doses elevadas prescritas por períodos prolongados. Estes efeitos são muito menos prováveis de ocorrer com corticosteroides nasais do que com corticosteroides orais e podem variar em cada indivíduo e entre diferentes formulações de corticosteroides.

Uma redução na velocidade de crescimento foi observada em um estudo realizado com crianças tratadas com 110 microgramas de Furoato de Fluticasona por dia, durante um ano. Assim, pacientes desta faixa etária devem ser tratados com a menor dose necessária para controle adequado dos sintomas. Como com outros corticosteroides intranasais, os médicos devem estar alerta para seus potenciais efeitos sistémicos, incluindo alterações oculares.

Com base na farmacologia do Furoato de Fluticasona e de outros esteroides administrados por via intranasal, não há razões para prever nenhum efeito sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas devido ao uso de fluticasona.

Não houve nenhum aumento na incidência de tumores relacionados ao tratamento com inalação de Furoato de Fluticasona durante dois anos de estudos em ratos e camundongos. Fluticasona não apresentou-se genotóxico in vitro ou in vivo .

O potencial de toxicidade reprodutiva foi avaliado em animais através da administração de Furoato de Fluticasona por inalação de modo a garantir uma elevada exposição sistêmica ao fármaco.

Não houve efeitos no acasalamento ou na fertilidade de ratos machos ou fêmeas. Em ratos, a toxicidade do desenvolvimento limitou-se a um aumento na incidência de espinha bífida incompletamente ossificado em associação com menor peso fetal.

Altas doses do fármaco em coelhos induziram o aborto. Estes resultados são típicos de uma exposição sistêmica a corticosteroides potentes. Não houve alterações esqueléticas ou viscerais importantes em ratos ou coelhos e nenhum efeito foi observado no desenvolvimento pré ou pós-natal em ratos.

Dados obtidos em estudos de toxicologia geral foram similares aos observados com outros glicocorticoides e não são considerados clinicamente relevantes para uso intranasal de Furoato de Fluticasona.

Não há dados adequados disponíveis sobre o uso de fluticasona em seres humanos durante a gravidez e a lactação. Fluticasona somente deve ser usado na gravidez se os benefícios para a mãe forem superiores aos riscos potenciais para o feto.

Não há dados em seres humanos.

Após a administração intranasal de futicasona na dose máxima recomendada para seres humanos (110 mcg/dia), as concentrações plasmáticas de Furoato de Fluticasona não foram quantificáveis.

Portanto, espera-se que o potencial de toxicidade reprodutiva seja muito baixo.

A excreção do Furoato de Fluticasona no leite materno humano não foi investigada.

Categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Furoato de Fluticasona: Ação da substância no organismo

Resultados de Eficácia

Uma dose de Furoato de Fluticasona de 110 mcg uma vez ao dia resultou em melhora significativa, em comparação com placebo, das pontuações totais de sintomas nasais pré-dose (rTNSS e iTNSS, que consistem em rinorreia, congestão nasal, espirros e prurido) subjetivos diários e objetivos e das pontuações totais de sintomas oculares (rTOSS, que consistem em prurido/ardência, lacrimejamento e vermelhidão) subjetivos diários e objetivos em comparação com placebo. Os sintomas subjetivos representam a forma como o paciente se sentiu durante as 12 horas anteriores e os sintomas objetivos a forma como se sentiu na ocasião da avaliação. A melhora dos sintomas nasais e oculares se manteve ao longo de todo o período de 24 horas decorrido após a administração de uma dose diária.

rTNSS = Pontuações totais de sintomas nasais subjetivos.
rTOSS = Pontuações totais de sintomas oculares subjetivos.
QM = Quadrados mínimos.
Diferença média de QM = alteração média de QM em relação à avaliação inicial do fármaco ativo menos a alteração média de QM em relação à avaliação inicial do placebo.
IC = Intervalo de confiança.

A distribuição da percepção dos pacientes sobre a resposta global ao tratamento (segundo uma escala de 7 pontos que varia de significativamente melhor a significativamente pior) favoreceu Furoato de Fluticasona 110 mcg em relação ao placebo, com diferença de tratamento estatisticamente significativa. Observou-se o início da ação já a partir de 8 horas após a primeira administração em dois estudos. Uma melhora significativa dos sintomas foi registrada nas primeiras 24 horas em quatro estudos e continuou a aumentar ao longo de vários dias.

A qualidade de vida dos pacientes, avaliada pelo Questionário de Qualidade de Vida Relativa à Rinoconjuntivite (RQLQ), melhorou significativamente em relação à avaliação inicial com Furoato de Fluticasona em comparação com placebo (diferença mínima relevante em todos os estudos = melhora de pelo menos -0,5 em relação ao placebo; diferença entre os tratamentos de -0,690; p<0,001; IC de 95%: -0,84 a -0,54).

Furoato de Fluticasona 110 mcg uma vez ao dia resultou em melhora significativa da rTNSS diária (diferença média de QM=-0,706; p=0,005; IC de 95%: -1,20 a -0,21). A melhora dos sintomas nasais se manteve ao longo de todo o período de 24 horas decorrido após a administração de uma dose diária. A distribuição da percepção dos pacientes sobre a resposta global ao tratamento também melhorou significativamente em comparação com o placebo.

Em um estudo de dois anos destinado a avaliar a segurança ocular do Furoato de Fluticasona spray intranasal (110 microgramas uma vez por dia), adultos e adolescentes com rinite alérgica perene receberam ou Furoato de Fluticasona (n = 367) ou placebo (n = 181). Os resultados primários [tempo para aumento da opacidade subcapsular posterior (> 0,3 do valor inicial do Lens Sistema de Classificação de Opacidades, Versão III (LOCS grau III)) e tempo de aumento da pressão intra-ocular (PIO; > 7 mmHg da linha de base)] não foram estatisticamente significativos entre os dois grupos. Aumento da opacidade subscapsular posterior (> 0,3 da linha de base) foram mais frequentes em indivíduos tratados com 110 microgramas de Furoato de Fluticasona [14 (4%)] versus placebo [4 (2%)] e foram de natureza transitória por dez indivíduos do grupo do Furoato de Fluticasona e dois indivíduos no grupo placebo.

Aumento da pressão intra-ocular (mmHg > 7 da linha de base) foram mais frequentes em indivíduos tratados com 110 microgramas de Furoato de Fluticasona: 7 (2%) para de Furoato de Fluticasona 110 microgramas uma vez por dia e 1 (<1%) para o placebo. Estes eventos foram de natureza transitória em 6 indivíduos no grupo Furoato de Fluticasona e 1 indivíduo que recebeu placebo. Nas semanas 52 e 104, 95% dos indivíduos de ambos os grupos de tratamento tiveram valores de opacidade subcapsular posterior ± 0,1 dos valores de referência para cada olho e, na semana 104, ≤ 1% dos indivíduos de ambos os grupos de tratamento tiveram aumento de 0,3 > da linha de base opacidade subcapsular posterior. Nas semanas 52 e 104, a maioria dos indivíduos (> 95%) apresentaram valores de pressão intra-ocular dentro de ± 5mmHg do valor basal. Aumento da opacidade subcapsular posterior ou PIO não foram acompanhadas de quaisquer eventos adversos, como catarata ou glaucoma.

A posologia pediátrica baseia-se na avaliação dos dados de eficácia na população infantil com rinite alérgica. Em um estudo sobre rinite alérgica sazonal em crianças, a administração de Furoato de Fluticasona 110 mcg durante duas semanas foi eficaz no desfecho nasal primário (diferença média de QM na rTNSS diária=-0,616; p=0,025; IC de 95%: -1,15 a -0,08) e em todos os desfechos nasais secundários, exceto na pontuação subjetiva individual de rinorreia. Não se observou diferença significativa entre a dose de 55 mcg de Furoato de Fluticasona e placebo em nenhum dos desfechos de avaliação.

Em um estudo sobre rinite alérgica perene, Furoato de Fluticasona 55 mcg mostrou-se eficaz na melhora da rTNSS diária (diferença média de QM=-0,754; p=0,003; IC de 95%: -1,24 a -0,27). Embora tenha havido uma tendência de melhora da rTNSS com a dose de 100 mcg, essa melhora não atingiu significância estatística (diferença média de QM=-0,452; p=0,073; IC de 95%: -1,24 a -0,04). A análise post-hoc dos dados de eficácia ao longo de 6 e 12 semanas desse estudo e um ensaio de segurança de seis semanas do eixo HPA mostraram que a melhora da rTNSS com futicasona 110 mcg em relação ao placebo foi estatisticamente significativa.

Em um estudo randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, multicêntrico, de um ano de duração e placebo-controlado avaliou-se o efeito de 110 microgramas diários de Furoato de Fluticasona spray nasal sobre a velocidade de crescimento em 474 crianças pré-púberes (5 a 7,5 anos de idade para as meninas e 5-8,5 anos de idade para os meninos) com estadiometria. A média de velocidade de crescimento durante o período de tratamento de 52 semanas foi menor nos pacientes que receberam o Furoato de Fluticasona (5,19 cm/ano) em comparação com placebo (5,46 cm/ano). A diferença média do tratamento foi -0,27 cm por ano [95% CI -0,48 para -0,06].

Referências

1. Martin BG, Ratner PH, Hampel FC, et al. Optimal dose selection of fluticasone furoate nasal spray for the treatment of seasonal allergic rhinitis in adults and adolescents. Allergy Asthma Proc 2007;28:216-25.
2. Jacobs R., Martin B., Hampel F., Toler W., Ellsworth A., Philpot E. Effectiveness of fluticasone furoate 110 mg once daily in the treatment of nasal and ocular symptoms of seasonal allergic rhinitis in adults and adolescents sensitized to mountain cedar pollen. Current Medical Research and Opinion, Vol. 25, N°. 6, 2009, 1393–1401.
3. W.J. Fokkens, R. Jogi, S. Reinartz, I. Sidorenko, B. Sitkauskiene and C. van Oene et al., Once daily fluticasone furoate nasal spray is effective in seasonal allergic rhinitis caused by grass pollen, Allergy 62 (9) (2007), pp. 1078–1084.
4. H.B. Kaiser, R.M. Naclerio, J. Given, T.N. Toler, A. Ellsworth and E.E. Philpot, Fluticasone furoate nasal spray: a single treatment option for the symptoms of seasonal allergic rhinitis, J Allergy Clin Immunol 119 (6) (2007), pp. 1430–1437.

Características Farmacológicas

O Furoato de Fluticasona é um corticosteroide trifluorado sintético que tem afinidade muito grande com o receptor de glicocorticoides e potente ação anti-inflamatória.

O Furoato de Fluticasona sofre extenso metabolismo de primeira passagem e absorção incompleta no fígado e nos intestinos, o que resulta em exposição sistêmica insignificante. A dosagem intranasal de 110 mcg uma vez ao dia normalmente não gera concentrações plasmáticas mensuráveis (>10 picogramas/mL). A biodisponibilidade absoluta do Furoato de Fluticasona administrado na dose de 880 mcg três vezes ao dia (dose diária total de 2.640 mcg) é de 0,50%.

A ligação do Furoato de Fluticasona às proteínas plasmáticas é superior a 99%. Sua distribuição é ampla, com um volume de distribuição no estado de equilíbrio de 608 litros em média.

O Furoato de Fluticasona é rapidamente eliminado ( clearance plasmático total de 58,7 litros por hora) da circulação sistêmica, principalmente por metabolismo hepático para um metabólito 17beta-carboxílico inativo (GW694301X), pela enzima CYP3A4 do citocromo P450. A principal via de metabolismo foi a hidrólise da função de S-fluorometil carbotioato para formar o metabólito de ácido 17beta-carboxílico. Estudos in vivo não revelaram nenhuma evidência de clivagem da porção furoato para formar Furoato de Fluticasona.

A eliminação ocorre principalmente por via fecal, após administração oral e intravenosa, o que indica excreção do Furoato de Fluticasona e de seus metabólitos através da bile.

Após administração intravenosa, a meia-vida da fase de eliminação foi, em média, de 15,1 horas. A excreção urinária contribui, respectivamente, com cerca de 1% e 2% da dose administrada por via oral e intravenosa.

Dados farmacocinéticos foram obtidos de um pequeno número de pacientes idosos (n=23/872; 2,6%). Não houve evidências de uma incidência mais alta de pacientes com concentrações quantificáveis de Furoato de Fluticasona na população de idosos em comparação com indivíduos mais jovens.

O Furoato de Fluticasona, de modo geral, não é quantificável (>10 picrogramas/mL) após administração intranasal de 110 mcg uma vez ao dia. Observaram-se níveis quantificáveis em menos de 16% dos pacientes pediátricos após administração intranasal de 110 mcg uma vez ao dia e em menos de 7% dos pacientes pediátricos após o uso de 55 mcg uma vez ao dia. Não houve evidências de uma incidência mais alta de níveis quantificáveis de Furoato de Fluticasona em crianças mais jovens (menores de 6 anos de idade).

O Furoato de Fluticasona não é detectável na urina de voluntários sadios após administração intranasal. Menos de 1% de material relacionado à dose é eliminado na urina e, portanto, não se espera que a insuficiência renal afete a farmacocinética do Furoato de Fluticasona.

Não há dados em Furoato de Fluticasona intranasal em pacientes com insuficiência hepática. Os dados estão disponíveis após administração inalatória de Furoato de Fluticasona (como Furoato de Fluticasona ou Furoato de Fluticasona / vilanterol) para indivíduos com insuficiência hepática que também são aplicáveis para uso intranasal. Um estudo feito com uma dose única de 400 mcg de Furoato de Fluticasona inalado por via oral em pacientes com insuficiência hepática moderada ( Child Pugh B ) resultou em aumento de C máx (42%) e AUC 0-∞ (172%) em comparação com indivíduos sadios.

Após a repetição da dose de Furoato de Fluticasona / vilanterol inalado por via oral por 7 dias, houve um aumento na exposição sistêmica de Furoato de Fluticasona ( Child Pugh B ou C ) comparado com indivíduos saudáveis. O aumento na exposição sistêmica de Furoato de Fluticasona em indivíduos com insuficiência hepática moderada (Furoato de Fluticasona / vilanterol 200/25 mg) foi associado com uma redução média de 34% no cortisol sérico comparado aos indivíduos saudáveis.

Não houve efeito no cortisol sérico de indivíduos com insuficiência hepática grave (Furoato de Fluticasona / vilanterol 100/12,5mg). Baseado nessas evidências, não se espera que a exposição média prevista de 110 mcg de Furoato de Fluticasona intranasal nessa população de pacientes, resulte em supressão do cortisol.

O Furoato de Fluticasona não é normalmente quantificável (menos que 10 picogramas/mL) após administração nasal de 110 microgramas uma vez ao dia. Observaram-se níveis quantificáveis em menos de 31% dos pacientes com 12 anos de idade ou mais e em menos de 16% dos pacientes pediátricos após administração intranasal de 110 mcg uma vez ao dia.

Não houve evidências de influência de sexo, idade (incluindo-se pacientes pediátricos) nem de etnia em indivíduos que apresentavam níveis quantificáveis em comparação com aqueles que não tinham concentrações quantificáveis do fármaco.

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