Frutose + AssociaçãoBula do Princípio Ativo

Frutose + Associação - Para que serve?

Frutose + Associação é indicado principalmente como medicamento energético e auxiliar para o tratamento e recuperação de pacientes com doenças infecciosas nos estados de debilidade orgânica e de pacientes idosos incapazes de deglutir (engolir) e/ou sujeitos a dietas por sondas.

Frutose + Associação: Contraindicação de uso

Você não deve usar Frutose + Associação se tiver hipersensibilidade (alergia) a quaisquer componentes de sua fórmula.

Frutose + Associação é contraindicado para uso caso você tenha insuficiência renal, Síndrome de Parkinson ou esteja em tratamento com Levodopa, caso tenha intolerância a frutose, caso ocorra envenenamento com álcool metílico, caso tenha insuficiência hepática aguda e crônica.

Frutose + Associação é contraindicado ainda para pacientes com história de asma brônquica, particularmente naqueles que façam uso de broncodilatadores.

Categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Frutose + Associação: Posologia e como usar

Administrar uma ampola ao dia por via endovenosa ou intravenosa lentamente. A duração do tratamento e uso de posologia diversa deverá ser a critério de orientação médica. A dose máxima recomendada é de 20 mL.

Para pacientes diabéticos a medicação deve ser administrada somente em casos de extrema necessidade.

Para pacientes com insuficiência renal e hepática, a medicação deve ser administrada com cautela, de acordo com a orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Frutose + Associação - Reações Adversas

Devido ao fato de ser uma solução hipertônica (alta concentração), pode ocorrer irritação no local da aplicação, ocorrer náuseas (enjôo), dor abdominal e urticária (erupção avermelhada na pele com coceira).

Esses efeitos são restritos ao local de aplicação e dependem da forma adequada de uso do produto.

Em altas doses podem causar rubor facial, dor epigástrica (dor na região média superior do abdome) e sudorese (suor).

A injeção rápida e concentração podem causar tromboflebite (reação inflamatória na parede venosa). A acidose láctica (acidose causada pelo acúmulo de ácido láctico) e hiperuricemia (excesso de ácido úrico no sangue) com gota podem seguir-se à infusão venosa.

A intolerância em algumas pessoas pode causar síndrome hipoglicêmica (queda de açúcar no sangue) que pode ser seguida de dano renal e hepático ( fígado ). O uso da frutose por períodos muito prolongados pode ter um efeito lipogênico mais acentuado do que com a glicose .

Pode causar aumento dos níveis sanguíneos de triglicérides.

Altas doses podem causar diarréia e formação de cálculos.

Reduz efeitos da levodopa.

Dor nas costas , mal estar, febre , dor no tórax, dispnéia (respiração difícil), cefaléia ( dor de cabeça ), tonturas e sensação de calor de caráter transitório, têm sido relatados imediatamente após aplicação endovenosa.

Foram registrados mal-estar gástrico, aumento da motilidade gastrointestinal e hipersecreção das glândulas sebáceas.

A vermelhidão cutânea (vermelhidão na pele) consecutiva ao uso de nicotinamida deve ser considerada como uma reação fisiológica, comprovada da eficácia do medicamento. Foram relatados casos de choque anafilático após administração intravenosa de nicotinamida.

Tem sido relatado, com altas doses de nicotinamida, ressecamento da pele, prurido (coceira), hiperpigmentação (pigmentação excessiva da pele), cólica abdominal, ambliopia (enfraquecimento da visão por problema na sensibilidade da retina), icterícia (coloração amarelada da pele, mucosa e secreções) e disfunção renal, diminuição da tolerância à glicose, hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue) e hiperuricemia (aumento da concentração de acido úrico no sangue). Muitas destas reações desaparecem com a interrupção do tratamento.

Possui pouca toxicidade, porém parece estimular a reação carcinogênica de corantes azóicos, bem como inibir a captação do metotrexato , um agente antineoplásico pelas células tumorais. A indicação de tumores cutâneos pelo 3,4-benzopireno é discretamente inibida pela vitamina.

Altas doses de vitamina B2 podem resultar em alteração na coloração da urina o que pode causar certas interferências em testes laboratoriais.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do inicio ou durante o tratamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Frutose + Associação: Interações medicamentosas

Você não deve usar Frutose + Associação caso esteja fazendo tratamento com medicamentos antidiabéticos e com Levodopa.

Durante o tratamento com Frutose + Associação deve-se evitar bebidas alcoólicas.

Não há nenhuma interação identificada.

Não há nenhuma interação identificada.

Não há nenhuma interação identificada.

O ácido ascórbico pode aumentar o efeito adverso (efeito desagradável) e tóxico da deferoximina. Ter cautela na administração concomitante dessas substâncias. Observar a ocorrência de sinais e sintomas de descompensação cardíaca (especialmente em pacientes com cardiopatia preexistente).

O ácido ascórbico pode aumentar a absorção de hidróxido de alumínio .

A piridoxina pode diminuir o efeito da altretamina. Especificamente, quando a altretamina é utilizada em combinação com a cisplatina , a duração da resposta pode ser diminuída.

A piridoxina pode aumentar o metabolismo dos Barbituratos (classe de medicamentos). Isso acontece aparentemente com altas doses de piridoxina (por exemplo 200 mg/dia).

A piridoxina pode diminuir o efeito terapêutico da levodopa. O uso concomitante da piridoxina e levodopa (na ausência de um inibidor da dopa-descarboxilase) deve ser evitado. A inclusão de um inibidor da dopa descarboxilase (por exemplo, a cardidopa) na administração de levodopa, basicamente elimina o risco dessa interação. Quando a piridoxina e a levodopa (sem um inibidor dopa-descarboxilase) forem utilizadas concomitantemente, monitorizar a diminuição/abolição dos efeitos terapêuticos da levodopa.

Você deve ter cuidado caso necessite realizar testes com reativos de Benedict e de Fehling (tipos de testes para identificação de glicídios), pois devido à presença de frutose e ácido ascórbico (vitamina C) pode ocorrer reação falsa.

Você não deve usar Frutose + Associação caso tenha Síndrome de Parkinson em tratamento com Levodopa.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Frutose + Associação: Precauções

A Frutose + Associação é um medicamento para uso adulto e deve ser aplicado lentamente por via intravenosa. A administração intravenosa rápida pode produzir vasodilatação (dilatação dos vasos sangüineos) e queda passageira na pressão arterial.

Durante a administração pela via parenteral (injetável), podem ocorrer reações anafiláticas (reação alérgica grave) devido a hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Em pacientes com antecedentes alérgicos, o produto deve ser usado com extremo cuidado. A via oral deve ser instituída preferencialmente à intravenosa, tão logo seja possível, nos pacientes que necessitem de uso prolongado.

Frutose + Associação não poderá ser usado por via intramuscular.

É um dos princípios ativos da Frutose + Associação, não deve ser administrada em pacientes com intolerância hereditária à frutose.

Deve ser administrada com cautela em pacientes com disfunção renal ou dano severo hepático (no fígado). Embora o metabolismo da frutose não seja dependente de insulina, uma parte da frutose pode ser metabolizada à glicose , e por isso deve ser administrado em pacientes diabéticos somente quando houver extrema necessidade.

Altas doses de ácido ascórbico (vitamina C) podem resultar na formação de cálculos renais, embora pacientes saudáveis possam ingerir altas doses com relativamente pequeno aumento da excreção de oxalato e sem aumento no risco de formação de pedras de oxalato (sal mais comum das concreções que formam os cálculos renais).

Altas doses de ácido ascórbico têm resultado em hemodiálise em pacientes com deficiência de glicose-6-fosfato (tipo de enzima).

A nicotinamida deve ser administrada com precaução em pacientes com histórico de úlcera péptica, em pacientes com gota ou disfunção hepática (no fígado). Pode ser necessário alterar a dose de insulina ou de hipoglicemiantes orais.

Administração prolongada de altas doses de cloridrato de piridoxina (vitamina B6) está associada com o desenvolvimento de neuropatia periférica severa (doses diárias de aproximadamente 2 gramas).

Vitamina B6 reduz o efeito da levodopa, mas isto não ocorre se um inibidor da dopa-decarboxilase (tipo de enzima) for administrado concomitantemente.

Muitas drogas podem alterar tanto o metabolismo quanto a biodisponibilidade de piridoxina, tais como isoniazida , penicilínicos e contraceptivos orais .

Altas doses de vitamina B2 podem resultar em alteração na coloração da urina, o que pode causar interferências em testes laboratoriais. A administração de riboflavina aumenta sua concentração no leite materno.

Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis.

Não há relatos de problemas específicos de acordo com a posologia recomendada. Frutose + Associação solução injetável não possui restrições ao seu uso durante a gravidez, desde que claramente justificado pelo médico.

Informe ao médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Categoria C de risco na gravidez Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Frutose + Associação: Interacao com alimentos

A ingestão concomitante com alimentos não altera a segurança e eficácia do medicamento.

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