Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada)Bula do Princípio Ativo

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) - Para que serve?

A Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) é indicada para imunização ativa para a prevenção da influenza causada pelos subtipos A e B de vírus influenza contidos nesta vacina para indivíduos a partir de 24 meses de idade.

Para indicações específicas, favor verificar as recomendações locais.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada): Contraindicação de uso

A Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) não deve ser administrada a pessoas com reação de hipersensibilidade sistêmica conhecida a qualquer vacina influenza ou a qualquer componente da vacina (por exemplo, ovo ou derivados de ovo).

Esta vacina é contraindicada para menores de 24 meses de idade.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada): Posologia e como usar

A administração deve ser realizada por via intramuscular.

O local de administração intramuscular preferencial é a região ântero-lateral da coxa (ou o músculo deltoide se a massa muscular for adequada) em crianças de 24 a 35 meses, ou o músculo deltoide em adultos e crianças acima de 36 meses de idade.A vacina não deve ser injetada na região do glúteo ou em áreas onde pode haver um grande tronco nervoso.

Agitar antes de utilizar para distribuir a suspensão de maneira uniforme antes da administração.

Medicamentos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e/ou descoloração antes da administração sempre que a solução e o recipiente permitirem. Se uma destas condições existir, a vacina não deve ser administrada.

Para a administração de uma dose em frasco-ampola, não remova o batoque ou o lacre metálico. Deve ser utilizada técnica asséptica para a retirada de cada dose do frasco-ampola multidose. Para prevenir a transmissão de doenças, use uma agulha e seringa estéril graduada para cada paciente e para cada perfuração do frasco-ampola multidose. Nunca deve ser utilizada a mesma agulha e/ou seringa para re- perfurar um frasco-ampola multidose para retirada da vacina, mesmo quando for para ser utilizada para inoculação no mesmo paciente. Isso pode levar à contaminação do conteúdo do frasco-ampola e infecção nosocomial dos pacientes que receberem subsequentemente a vacina do frasco-ampola.

Para evitar a transmissão de HIV ( AIDS ), VHB ( hepatite B ) e outras doenças infecciosas por causa de perfurações acidentais com a agulha, as agulhas não devem ser reencapadas ou removidas, a menos que não exista alternativa ou esta ação seja necessária para o procedimento médico específico.

Após utilização, a vacina remanescente e o seu recipiente devem ser dispensados com segurança, de acordo com os procedimentos locais.

Posologia do Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada)

Por causa da variação dos vírus influenza e da duração da imunidade conferida pela vacina, é recomendável realizar a vacinação anual contra influenza, sempre no período inicial do outono em países temperados ou no início ou antes do período de risco em países tropicais.

2 doses de 0,25 mL, com, pelo menos, 4 semanas de intervalo. Se estas crianças tiverem sido vacinadas anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,25 mL.

2 doses de 0,5 mL, com, pelo menos, 4 semanas de intervalo. Se estas crianças tiverem sido vacinadas anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose de 0,5 mL.

1 dose de 0,5 mL.

Para os casos de crianças entre 24 e 35 meses e entre 36 meses e 8 anos de idade que não foram vacinas contra influenza em anos anteriores, se a segunda dose da vacina não for administrada, pode haver uma redução da resposta.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) - Reações Adversas

As informações de eventos adversos são derivados de estudos clínicos e experiência mundial pós-comercialização.

Uma vez que os estudos clínicos foram conduzidos sob condições variadas diversas, e porque a composição das vacinas influenza está sujeita a variações anuais, as taxas de reações adversas observadas em estudos clínicos de uma vacina pode não ser diretamente comparada com as taxas de estudos clínicos de outra vacina e pode não refletir as taxas observadas na prática.

A segurança de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) foi avaliada em 3.307 participantes de 3 ensaios clínicos nos EUA (1.223 crianças entre 6 e 35 meses de idade, 1.669 crianças entre 3 e 8 anos de idade, 190 adultos com idade igual ou superior a 18 anos e 225 adultos com idade igual ou superior a 65 anos). Para crianças que requeriam uma segunda dose, de acordo com as orientações ACIP dos EUA, as doses foram administradas com, aproximadamente, 4 semanas de intervalo. A reação mais comum no local da injeção após a administração da vacina em crianças e adultos foi dor. A reação sistêmica mais frequente em bebês e crianças (de 6 a 35 meses de idade) foi irritabilidade, enquanto mialgia foi a reação sistêmica mais comum reportada em crianças (3 a 8 anos de idade) e adultos.

No estudo com participantes de 6 meses a 8 anos de idade, no grupo de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 16 (0,6%) participantes apresentaram ao menos um evento adverso grave (EAG) e não ocorreu nenhum óbito durante os 28 dias após a vacinação, e 41 (1,4%) participantes apresentaram ao menos um EAG durante o período do estudo.

Dentro de 6 meses pós-vacinação, houve um evento adverso grave que se pensa ter sido causado pela vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) : um bebê de 13 meses de idade apresentou crupe , infecção respiratória com dificuldade, principalmente inspiratória, 3 dias após a primeira vacinação: o participante recuperou dentro de 18 dias sem sequelas e continuou no estudo. Não houve mortes que tenham sido consideradas como associadas à vacinação para nenhum dos participantes.

No período de acompanhamento do estudo com participantes adultos com idade igual ou superior a 18 anos, houve 1 EAG no grupo de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) e nenhum óbito foi relatado no período do estudo.

A frequência das reações solicitadas no local da injeção e sistêmicas reportadas nos ensaios são apresentadas na Tabela 2.

Tabela 2: Porcentagem de Reações Solicitadas no Local da Injeção e Eventos Adversos Sistêmicos em Crianças e Adultos após Vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada)

Adultos ≥ 65 anos a N c = 225

Reações no Local da Injeção

Dor

32,6

Sensibilidade

Eritema

2,7

Inchaço

1,8

Endurecimento

Equimose

Reações Sistêmicas

Mialgia

18,3

Dor de cabeça

13,4

Indisposição

10,7

Irritabilidade

Choro anormal

Tonturas

Perda de apetite

Vômitos

Calafrios

Febre

1,3

a Reações no local da injeção e sistêmicas coletadas do Dia 0 ao Dia 7 após a vacinação.
b Reações no local da injeção e sistêmicas coletadas do Dia 0 ao Dia 3 após a vacinação.
c Número de participantes no grupo de análise de segurança.
d Avaliado em criança dos 24 aos 35 meses de idade.
e Avaliado em criança dos 6 aos 23 meses de idade.

Atualmente, há dados de pós-comercialização para a Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada). Os eventos adicionais a seguir foram relatados espontaneamente durante o uso pós-aprovação da Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada).

Uma vez que estes eventos são reportados voluntariamente por uma população de tamanho não conhecido, não é sempre possível estimar a frequência ou estabelecer um relacionamento causal da exposição à vacina. Os eventos adversos foram incluídos com base em um ou mais dos seguintes fatores: gravidade, frequência do relato ou grau de evidência de uma relação causal com Fluzone.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária – Notivisa, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada): Interações medicamentosas

A Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) não deve ser misturada com qualquer outra vacina na mesma seringa ou frascoampola.

Esta vacina não deve ser misturada com qualquer outro medicamento ou produto medicinal.

Não existem dados sobre a administração concomitante de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) com outras vacinas.

Se Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) deve ser administrada ao mesmo tempo que outra(s) vacina(s) injetável(eis), as vacinas devem ser administradas em locais diferentes.

Para informação sobre indivíduos imunocomprometidos ou recebendo terapias imunossupressoras, verificar a seção “ Quais cuidados devo ter ao usar o Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada)? ”.

A interferência de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) em testes laboratoriais e/ou diagnósticos não foi estudada.

Após a vacinação contra influenza, foram observados resultados falso positivos em testes sorológicos usando o método ELISA para detecção de anticorpos contra HIV1, Hepatite C e, especialmente, HTLV1. Deve ser utilizado um teste Western Blot apropriado para confirmar ou descartar os resultados do teste ELISA. As reações transitórias falso positivas se devem à resposta IgM não específica pela vacina.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada): Precauções

Uma vez que cada dose pode conter formaldeído e etoxilato de octilfenol, utilizados durante a produção da vacina, devem ser tomadas precauções quando a vacina é administrada em pacientes com hipersensibilidade a qualquer destes produtos.

Timerosal (um componente organomercúrico) é utilizado como conservante na formulação final da apresentação multidose de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) e reações de hipersensibilidade podem ocorrer.

Em 1976, a vacina influenza suína foi associada a um elevado risco de Síndome de GuillainBarré (SGB). Evidências para uma relação causal de SGB com outras vacinas influenza são inconclusivas; se existe um aumento de risco, é provavelmente um pouco mais do que 1 caso adicional por 1 milhão de pessoas vacinadas.

Os benefícios e potenciais riscos de administrar a vacina Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) em uma pessoa com histórico prévio de SGB devem ser considerado pelo profissional de saúde.

A SGB tem sido temporalmente associada com a vacina influenza. Se a SGB ocorrer em até 6 semanas após vacinação prévia contra influenza, a decisão de administrar Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) deve ser baseada em consideração cuidadosa dos potencias riscos e benefícios.

A imunogenicidade de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) pode ser reduzida por terapias imunossupressoras ou em indivíduos com síndromes de deficiência imunológica. Nestes casos, é recomendado postergar a vacinação até terminar o tratamento imunossupressor ou a melhora da condição de imunossupressão, se possível.

A vacinação em indivíduos com imunodeficiência crônica é recomendada mesmo que a resposta de anticorpos seja limitada.

Como ocorre com qualquer vacina, a vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) pode não proteger todos os pacientes.

O vírus influenza é notavelmente imprevisível a respeito das alterações antigênicas significativas que podem ocorrer ao longo do tempo. Sabe-se que as vacinas de vírus influenza, de acordo com a composição, não são efetivas contra todas as possíveis cepas de vírus influenza. A proteção é limitada às cepas dos vírus a partir dos quais a vacina é preparada ou cepas relativamente próximas.

Antes da vacinação, todas as precauções devem ser tomadas para prevenir reações de hipersensibilidade. Isto inclui a revisão do histórico de vacinação do paciente a respeito de possível reação de hipersensibilidade à vacina ou vacinas similares.

Não administrar a vacina por via intravascular.

O timerosal é utilizado em diversas vacinas multidose como conservante. Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) multidose contém este conservante em sua composição.

A vacinação deve ser postergada em caso de doença aguda moderada ou grave com ou sem febre. No entanto, uma doença leve normalmente não é razão para postergar a vacinação.

Foi relatada síncope (desmaio) após a administração de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada). Devem estar em vigor procedimentos para prevenir lesões por queda e lidar com as reações de síncope.

Estudos de reprodução animal não foram conduzidos com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada). Também não se sabe se Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) pode causar dano fetal quando administrada em mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

Dados com o uso desta vacina em gestantes são limitados. A Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) multidose deve ser administrada em mulheres grávidas apenas se existir clara necessidade e após uma cuidadosa avaliação do médico quanto aos riscos e benefícios da vacinação.

Esta vacina não deve ser utilizada em mulheres grávidas sem orientação médica.

Não se sabe se a Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) é excretada no leite humano. Uma vez que muitos medicamentos são excretados no leite humano, a decisão de administrar Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) em uma lactante deve ser baseada em consideração cuidadosa dos potencias riscos e benefícios.

Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada): Ação da substância no organismo

Resultados de Eficácia

Os resultados de imunogenicidade dos estudos de Fase II e Fase III com a Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) estão resumidos a seguir.

Em um estudo multicêntrico conduzido nos Estados Unidos da América (EUA), 565 adultos de 18 anos de idade ou mais foram incluídos no conjunto de análise por protocolo e receberam uma dose de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), ou uma de duas formulações de uma vacina influenza trivalente comparadora (TIV-1 ou TIV-2). Entre os participantes dos três grupos combinados, 67,1% eram do sexo feminino (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 68,4%; TIV-1, 67,9%; TIV-2, 64,9%), 88,5% Caucasianos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 91,1%; TIV-1, 86,6%; TIV-2, 87,8%), e 9,6% Negros (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 6,8%; TIV-1, 12,3%; TIV-2, 9,6%). A idade média foi de 55,5 anos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 56,7; TIV-1, 55,0; TIV-2, 54,8).

As Médias Geométricas dos Títulos (MGTs) de anticorpos inibidores de hemaglutinina (IH) para todas as quatros cepas, 21 dias após a vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), foram não-inferiores àqueles de cada vacina trivalente (TIV), com base em critérios pré-especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da razão de MGTs (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) dividida pela TIV agrupada para as cepas A ou a TIV contendo a cepa B correspondente) foi > 2/3). Para a cepa A/H1N1, a razão da MGT foi de 1,06 (IC 95%: 0,87; 1,31), para a cepa A/H3N2, a razão da MGT foi de 0,90 (IC 95%: 0,70; 1,15), para a cepa B/Brisbane/60/2008 (B Victoria), a razão da MGT foi de 0,89 (IC 95%: 0,70; 1,12) e para a cepa B/Florida/04/2006 (B Yamagata), a razão da MGT foi de 1,15 (IC 95%: 0,93; 1,42).

Após 21 dias da vacinação, a porcentagem de vacinados com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) que atingiram títulos de anticorpos séricos IH de pelo menos 1:40 foram 92,6% para H1N1 , 94,7% para H3N2 , 85,3% para B/Brisbane, e 92,1% para B/Florida.

Em um estudo multicêntrico conduzido nos EUA, 660 adultos de 65 anos ou mais de idade foram incluídos no conjunto de análise de imunogenicidade por protocolo e receberam uma dose de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), ou uma de duas formulações de uma vacina influenza trivalente comparadora (TIV-1 ou TIV-2). Entre os participantes dos três grupos combinados, 55,6% eram do sexo feminino (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 56,8%; TIV-1, 56,6%; TIV-2, 53,4%), 89,8% Caucasianos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 88,6%; TIV-1, 90,0%; TIV-2, 91,0%), 7,3% Hispânicos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 7,7%; TIV-1, 7,8%; TIV-2, 6,3%), e 2,0% Negros (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 3,6%; F TIV1, 1,4%; TIV-2, 0,9%). A idade média foi de 72,7 anos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 72,5 anos; TIV-1, 72,8 anos; TIV2, 72,9 anos).

As MGTs de anticorpos IH para todas as quatros cepas, 21 dias após a vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), foram não-inferiores àqueles de cada vacina trivalente (TIV), com base em critérios pré-especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da razão de MGTs (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) dividida pela TIV agrupada para as cepas A ou a TIV contendo a cepa B correspondente) foi > 0,66). Para a cepa A/H1N1, a razão da MGT foi de 0,85 (IC 95%: 0,67; 1,09), para a cepa A/H3N2, a razão da MGT foi de 1,55 (IC 95%: 1,25; 1,92), para a cepa B/Brisbane/60/2008 (B Victoria), a razão da MGT foi de 1,27 (IC 95%: 1,05; 1,55) e para a cepa B/Florida/04/2006 (B Yamagata), a razão da MGT foi de 1,11 (IC 95%: 0,90; 1,37). As taxas de soroconversão, 21 dias após Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), foram não-inferiores àquelas seguindo TIV para H3N2, B/Brisbane e B/Florida, mas não para H1N1, com base em critérios pré- especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% das taxas de soroconversão (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) menos TIV agrupada para as cepas A ou a TIV contendo a cepa B correspondente) foi > - 10%). Para a cepa A/H1N1, a diferença das taxas de soroconversão foi de-3,86% (IC 95%: -11,50%; 3,56%), para a cepa A/H3N2, a diferença das taxas de soroconversão foi de 9,77% (IC 95%: 1,96%; 17,20%), para a cepa B/Brisbane/60/2008 (B Victoria), a diferença das taxas de soroconversão foi de 9,91% (IC 95%: 1,96%; 17,70%) e para a cepa B/Florida/04/2006 (B Yamagata), a diferença das taxas de soroconversão foi de 1,96% (IC 95%: -6,73%; 10,60%).

A MGT de anticorpos IH após Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) foi maior que o após a TIV-1 para B/Florida, mas não maior que o após a TIV-2 para B/Brisbane, com base em critérios pré-especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da razão da MGT (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) dividida pela TIV) foi > 1,5 para cada cepa B em Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), em comparação com a cepa B correspondente não contida em cada TIV). A razão da MGT para B/Brisbane foi de 1,75 (IC 95%: 1,43%; 2,14%). As taxas de soroconversão após Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) foram maiores que as seguindo TIV para a cepa B não contida em cada TIV, com base em critérios pré-especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% das taxas de soroconversão (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) menos TIV) foi > 10% para cada cepa B em Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), em comparação com a cepa B correspondente não contida em cada TIV.

Após 21 dias da vacinação, a porcentagem de vacinados com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) com títulos de anticorpos séricos IH de pelo menos 1:40 foram 91,4% para H1N1, 100,0% para H3N2, 77,7% para B/Brisbane, e 73,2% para B/Florida.

Em um estudo multicêntrico nos EUA, 1419 crianças de 6 meses a 35 meses de idade e 2101 crianças de 3 anos a 8 anos de idade foram incluídos no conjunto de análise por protocolo e receberam uma ou duas doses de 0,25mL ou uma ou duas doses de 0,5mL, respectivamente de Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), ou uma de duas formulações de uma vacina influenza trivalente comparadora (TIV-1 ou TIV-2).. Para os participantes que necessitaram duas doses, elas foram administradas com aproximadamente 4 semanas de diferença. Entre os participantes de 6 meses a 8 anos de idade dos três grupos vacinados, 49,1% eram do sexo feminino (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 49,1%; TIV-1, 49,0%; TIV-2, 49,4%), 61,3% Caucasianos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 61,2%; TIV-1, 61,3%; TIV-2, 61,4%), 17,3% Negros (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 17,5%; TIV-1, 17,9%; TIV-2, 15,9%), and 14,0% Hispânicos (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), 14,2%; TIV-1, 12,5%; TIV-2, 14,5%).

As MGTs de anticorpos IH e taxas de soroconversão para todas as quatros cepas, 28 dias após a vacinação com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), foram não-inferiores àqueles de cada vacina trivalente (TIV), com base em critérios pré-especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da razão de MGTs (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) dividida pela TIV agrupada para as cepas A ou a TIV contendo a cepa B correspondente) foi > 0,66 e o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da diferença das taxas de soroconversão (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) menos TIV agrupada para as cepas A ou a TIV contendo a cepa B correspondente) foi de > -10%). Para a cepa A/H1N1, a razão da MGT foi de 1,03 (IC 95%: 0,93; 1,14) e a diferença das taxas de soroconversão foi de 0,9% (IC 95%: 0,9%; 3,0%). Para a cepa A/H3N2, a razão da MGT foi de 0,99 (IC 95%: 0,91; 1,08) e a diferença das taxas de soroconversão foi de 3,8% (IC 95%: 1,4%; 6,3%). Para a cepa B/Brisbane/60/2008 (B Victoria), a razão da MGT foi de 1,34 (IC 95%: 1,20; 1,50) e a diferença das taxas de soroconversão foi de 10,7% (IC 95%: 6,4%; 15,1%). Para a cepa B/Florida/04/2006 (B Yamagata), a razão da MGT foi de 1,06 (IC 95%: 0,94; 1,18) e a diferença das taxas de soroconversão foi de 2,0% (IC 95%: -2,2%; 6,4%). Os critérios de imunogenicidade de nãoinferioridade, com base em GMTs de anticorpos IH e taxas de soroconversão, também foram atingidos quando foram examinados subgrupos etários (6 meses a < 36 meses e 3 anos a < 9 anos).

Em adição, as MGTs de anticorpos IH e taxas de soroconversão após Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) foram maiores que os seguindo TIV para a cepa B não contida em cada TIV respectiva, com base em critérios pré- especificados (o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da razão de MGTs (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) dividida pela TIV) foi > 1,5 para cada cepa B em Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), em comparação com a cepa B correspondente não contida em cada TIV, e o limite bicaudal inferior do intervalo de confiança de 95% da diferença das taxas de soroconversão (Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) menos TIV) > 10% para cada cepa B em Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada), em comparação com a cepa B correspondente não contida em cada TIV).

Após 28 dias da vacinação, a porcentagem de vacinados com Vacina Influenza Tetravalente (Fragmentada, Inativada) com títulos de anticorpos séricos IH pelo menos 1:40 foram 98,6% para H1N1, 99,7% para H3N2, 78,6% para B/Brisbane, e 71,6% para B/Florida.

Características Farmacológicas

A gripe e suas complicações se seguem após a infecção pelo vírus influenza. A vigilância global de influenza identifica anualmente as variantes antigênicas. Por exemplo, desde 1977, as variantes antigênicas de vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e vírus influenza B estão em circulação mundialmente.

Níveis específicos de títulos de anticorpos inibidores de hemaglutinina após a vacinação com vacinas de vírus influenza inativados não foram relacionados à proteção contra a infecção pelo vírus influenza. Em alguns estudos em humanos, títulos de anticorpos ≥ 1:40 foram associados com proteção contra a doença influenza em até 50% dos pacientes.

Anticorpos contra um tipo de vírus influenza ou subtipo conferem proteção limitada ou nenhuma proteção contra outro tipo. Além disso, anticorpos para uma variante de vírus influenza pode não proteger contra uma nova variante antigênica do mesmo tipo ou subtipo.

O desenvolvimento frequente das variantes antigênicas por meio da mutação antigênica é a base virológica para as epidemias sazonais e a razão para as mudanças frequentes de uma ou mais novas cepas na vacina influenza a cada ano. Portanto, as vacinas influenza são padronizadas para conter hemaglutinina das cepas de vírus influenza representando os vírus que provavelmente serão os circulantes no próximo inverno.

A vacinação anual com a vacina atualizada é recomendada porque a imunidade após a vacinação decai durante o ano, e porque as cepas de vírus influenza circulantes mudam de ano para ano.

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