GenfibrozilaBula do Princípio Ativo

Genfibrozila - Para que serve?

Genfibrozila: Contraindicação de uso

Genfibrozila é contraindicado a pacientes com disfunção hepática ou disfunção renal grave, problemas na vesícula biliar preexistentes e no caso de hipersensibilidade à Genfibrozila ou a qualquer componente da fórmula.

Genfibrozila: Posologia e como usar

Genfibrozila deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, meia hora antes da refeição.

Os níveis lipídicos devem ser determinados mais que uma vez, a fim de verificar se estão realmente anormais. Antes de instituir o tratamento com Genfibrozila, devem ser feitas todas as tentativas para controlar os lípides séricos com dieta apropriada, diminuição do consumo de álcool, exercício físico e perda de peso em pacientes obesos, bem como controlar outros problemas médicos, tais como diabetes melito ou hipotireoidismo , que podem contribuir para os níveis lipídicos anormais. O paciente deve continuar com uma dieta baixa em colesterol durante o tratamento com Genfibrozila. Durante o tratamento, devem ser realizadas determinações periódicas dos lípides plasmáticos. Se a resposta lipídica do paciente mostrar-se inadequada após 3 meses, o tratamento deve ser interrompido ou deve-se instituir um tratamento coadjuvante.

Posologia do Genfibrozila

A dose diária recomendada é de 900 mg a 1.200 mg (1 comprimido de Genfibrozila 900 mg ou 2 comprimidos de Genfibrozila 600 mg), não devendo ultrapassar a dose máxima diária de 1.500 mg (1 comprimido de Genfibrozila 600 mg mais 1 comprimido de Genfibrozila 900 mg). A dose de 900 mg deve ser administrada como dose única, meia hora antes do jantar. A dose de 1.200 mg deve ser dividida em duas tomadas diárias, meia hora antes do desjejum e do jantar.

Vide item "Quais as contraindicações do Genfibrozila?" e item "Quais cuidados devo ter ao usar o Genfibrozila?".

Vide item "Quais as contraindicações do Genfibrozila?" e item "Quais cuidados devo ter ao usar o Genfibrozila?".

A segurança e a eficácia em crianças não foram estabelecidas.

Caso o paciente esqueça de administrar Genfibrozila no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Genfibrozila - Reações Adversas

Genfibrozila (n=2.046)

Frequência em porcentagem de pacientes

Reações gastrintestinais

Dispepsia

Dor abdominal

Apendicite aguda

Fibrilação atrial

Genfibrozila (n=2.046)

Frequência em porcentagem de pacientes

Diarreia

Fadiga

Náusea /vômitos

Eczema

Erupção cutânea ( rash )

Vertigem

Constipação

Cefaleia

Sistema de Classe de Orgãos

Distúrbios hepatobiliares

Distúrbios gastrintestinais

Distúrbios do sistema nervoso

Distúrbios psiquiátricos

Distúrbios dos olhos

Distúrbios do sistema reprodutivo e mama

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Distúrbios da pele e dos tecidos subcutâneos

Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal

Distúrbios do sangue e sistema linfático

Foram relatadas reações adversas adicionais que incluíram fotossensibilidade, alopecia , colecistite e colelitíase .

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - Notivisa, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Genfibrozila: Interações medicamentosas

Deve-se ter cautela ao administrar varfarina juntamente com Genfibrozila. A dose de varfarina deve ser reduzida para manter o tempo de protrombina no nível desejado, a fim de prevenir complicações de sangramento. São aconselháveis determinações frequentes do tempo de protrombina, até ficar definitivamente determinado que os níveis estão estabilizados.

A administração concomitante de Genfibrozila e sinvastatina é contraindicada. Foram relatados casos de miosite grave e mioglobinúria (rabdomiólise) quando Genfibrozila e outros inibidores da HMG-CoA redutase, (como lovastatina, atorvastatina e rosuvastatina), foram empregados concomitantemente.

A Genfibrozila é um inibidor da CYP2C8 e pode aumentar a exposição de fármacos metabolizados principalmente pela CYP2C8 (por ex.: dabrafenibe, enzalutamida , loperamida , montelucaste, paclitaxel , pioglitazona, rosiglitazona) (vide item 5 Advertências e Precauções). Portanto, pode ser necessária a redução da dose dos fármacos que são metabolizados principalmente pela enzima CYP2C8 quando a Genfibrozila é usada concomitantemente.

Em voluntários sadios, a coadmnistração com Genfibrozila aumentou a AUC e a C máx da repaglinida em 8,1 vezes e 2,4 vezes, respectivamente. No mesmo estudo, a coadministração com genfibroliza e itraconazol aumentou a AUC e a C máx da repaglinida em 19,4 vezes e 2,8 vezes, respectivamente. Além disso, a coadministração com Genfibrozila ou com Genfibrozila e itraconazol prolongou seus efeitos hipoglicêmicos. Portanto, a coadministração de Genfibrozila e repaglinida aumenta o risco de hipoglicemia grave e é contraindicada.

A coadministração de Genfibrozila com dasabuvir aumentou a AUC e a Cmaáx de dasabuvir (proporção: 11,3 e 2,01, respectivamente) devido à inibição da CYP2C8. A exposição elevada de dasabuvir pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT, portanto, a coadministração de genfribozila com dasabuvir é contraindicada.

A coadministração de Genfibrozila com selexipag dobrou a exposição (AUC) ao selexipag e aumentou a exposição (AUC) ao metabólito ativo, ACT-333679, em aproximadamente 11 vezes. A administração concomitante de Genfibrozila com selexipag é contraindicada.

Em voluntários sadios que receberam uma dose única de 160 mg de enzalutamida após Genfibrozila 600 mg duas vezes por dia, a AUC da enzalutamida mais o metabólito ativo (enzalutamida N-desmetil) foi aumentada em 2,2 vezes e a Cmáx correspondente foi reduzida em 16%. A exposição aumentada da enzalutamida pode aumentar o risco de convulsões. Se coadministração for considerada necessária, a dose de enzalutamida deve ser reduzida

Quando Genfibrozila for administrado simultaneamente com fármacos sob a forma de grânulos de resina, tais como colestipol, pode haver redução da biodisponibilidade da Genfibrozila. Recomenda-se que os dois fármacos sejam administrados com um intervalo de 2 horas ou mais.

O risco de toxicidade neuromuscular e rabdomiólise pode ser aumentado com a administração concomitante de colchicina e Genfibrozila. Esse risco pode ser aumentado em idosos e pacientes com disfunção renal ou hepática. Os sintomas geralmente persistem por 1 semana a vários meses após o tratamento com colchicina ser interrompido. Recomenda-se monitoração clínica e biológica, especialmente no início do tratamento combinado.

Estudos in vitro tem mostrado que a Genfibrozila é um inibidor das CYP1A2, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, polipeptídeo transportador de ânion orgânico (OATP) 1B1 e UDP-glicuronil transferase (UGT) 1A1 e 1A3.

Genfibrozila: Precauções

A Genfibrozila pode aumentar a excreção do colesterol na bile, aumentando o potencial para formação de cálculos biliares. Se houver suspeita de colelitíase, a vesícula biliar deve ser examinada. O tratamento com Genfibrozila deve ser descontinuado se forem encontrados cálculos biliares. Casos de colelitíase foram relatados com o tratamento com Genfibrozila.

A administração concomitante de Genfibrozila e sinvastatina é contraindicada. Foram relatados casos de miosite grave, com elevação acentuada dos níveis de creatina quinase (CK) e mioglobinúria (rabdomiólise) quando Genfibrozila e inibidores da HMG-CoA redutase, (como sinvastatina, lovastatina, atorvastatina e rosuvastatina), foram usados concomitantemente. O possível benefício do tratamento concomitante de inibidores da HMG-CoA redutase e Genfibrozila não supera os riscos de miopatia grave, rabdomiólise e insuficiência renal aguda na maioria dos indivíduos que têm apresentado resposta lipídica insatisfatória quando esses fármacos são usados isoladamente

O uso concomitante com varfarina deve ser feito com cautela. A dose de varfarina deve ser reduzida para manter os níveis desejados do tempo de protrombina para evitar complicações de sangramento. É recomendada a determinação frequente do tempo de protrombina até que o tempo da protrombina esteja estabilizado.

Genfibrozila, um inibidor da CYP2C8, pode aumentar a exposição dos substratos da CYP2C8 quando administrados concomitantemente

Foram relatados raramente com a administração da Genfibrozila valores elevados de testes da função hepática (LFTs) como transaminases hepáticas [aspartato transaminase (AST), transaminase glutâmico oxalacética sérica (TGO), e alanina aminotransferase (ALT), transaminase glutâmico pirúvica sérica (TGP)], aumento da fosfatase alcalina, lactato desidrogenase (LDH), CK e bilirrubina. Estes aumentos são geralmente reversíveis quando o tratamento com Genfibrozila é descontinuado. Portanto, são recomendados exames periódicos da função hepática e o tratamento com Genfibrozila deve ser descontinuado se as anormalidades persistirem.

Ocasionalmente podem ser observadas ligeiras diminuições nos níveis de hemoglobina, hematócrito e leucócitos no início do tratamento com Genfibrozila. Entretanto, estes níveis se estabilizam durante a administração prolongada. Foram relatadas raramente anemia grave, leucopenia, trombocitopenia, eosinofilia e hipoplasia da medula óssea. Portanto, é recomendada a determinação hematológica periódica durante os primeiros 12 meses de administração de Genfibrozila.

Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. A administração de Genfibrozila em mulheres grávidas deve ser reservada às pacientes nas quais os benefícios superam claramente os riscos para a paciente ou para o feto.

A segurança em lactantes não está estabelecida. Não se sabe se a Genfibrozila é excretada no leite materno. Uma vez que muitos fármacos são excretados no leite materno, a paciente deve descontinuar a amamentação antes de iniciar o tratamento com Genfibrozila.

Genfibrozila é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

A paciente deve ser instruída a informar ao médico se ela estiver grávida, amamentando, ou com planos de engravidar. Os pacientes utilizando Genfibrozila devem ser instruídos sobre a importância de tomar o medicamento sob o regime prescrito, sobre a importância dos testes laboratoriais para monitorar os níveis de lípides e para relatar quaisquer reações adversas experimentadas.

Não são conhecidos efeitos que afetem a habilidade de dirigir ou operar máquinas após a utilização deste medicamento.

Genfibrozila: Ação da substância no organismo

Resultados de Eficácia

No extenso estudo Helsinki Heart de prevenção primária, controlado por placebo, randomizado, duplo-cego, envolvendo indivíduos com colesterol não HDL acima de 200 mg/dL e sem histórico de doença cardíaca, a Genfibrozila reduziu significativamente os triglicérides plasmáticos totais, moderadamente o colesterol total e o LDL-colesterol e elevou o HDL-colesterol de modo significativo. Durante os 5 anos de estudo, o grupo de pacientes que recebeu a Genfibrozila apresentou 34% de redução na incidência global de DAC (no 4º e 5º anos de estudo, a redução da DAC foi superior a 50%). Houve redução de 37% no IM não fatal e de 26% em mortes cardíacas. A diferença global na incidência da doença arterial coronária foi significativamente menor nos pacientes tratados com a Genfibrozila em relação aos que receberam placebo (p<0,02; teste bicaudal).

Referências Bibliográficas

1. Manninen V, Elo O, Frick MH, et al. Lipid alterations and decline in the incidence of coronary heart disease in the Helsinki Heart Study. JAMA 1988; 260(5):641-651.
2. Nikkilia EA. Familial lipoprotein lipase deficiency and related disorders of chylomicron metabolism. In: Stanbury J et al. (eds). The Metabolic Basis of Inherited Disease, 5th ed. Mc Graw-Hill 1963; pp 622-642.
3. Hanan AL Azkawi and Ibrahim AlAlwan, “Two Siblings with Familial Chylomicronemia Syndrome: Disease Course and Effectiveness of Early Treatment,” Case Reports in Medicine, vol. 2010, Article ID 807434, 5 pages, 2010. doi:10.1155/2010/807434.
4. Stefanutti C, Labbadia G, Morozzi C. Severe hypertriglyceridemia‑related acute pancreatitis. Ther Apher Dial 2013;17:130‑7.
5. Frick MH, Elo O, Haapa K, et al. Helsinki Heart Study: Primary prevention trial with gemfibrozil in middle-aged men with dyslipidemia. New Engl J Med 1987; 317(20):1237-1245.
6. Saku K, Gartside PS, Hynd BA et al. Mechanism of action of gemfibrozil on lipoprotein metabolism. J Clin Invest. 1985; 75:1702-12.

Características Farmacológicas

A Genfibrozila é um ácido fenoxipentanóico não halogenado. O nome químico é 5 (2,5 dimetilfenoxi) 2,2 ácido dimetilpentanóico. A fórmula empírica é C15H22O3.

A Genfibrozila é um composto branco com um ponto de fusão de 58 a 61°C. A sua solubilidade é 0,0019% em água e ácido e mais de 1% em base diluída. A Genfibrozila é estável em condições normais.

O mecanismo de ação da Genfibrozila ainda não está totalmente esclarecido. No ser humano, a Genfibrozila inibe a lipólise periférica e diminui a captação hepática de ácidos graxos livres. Também inibe a síntese e eleva o clearance da apolipoproteína B, que é um carregador de lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL), levando à redução da produção de VLDL. A Genfibrozila eleva o nível das subfrações de lipoproteínas de alta densidade (HDL), HDL2 e HDL3, bem como das apolipoproteínas A-I e A-II. Estudos em animais sugerem que a metabolização e a remoção do colesterol do fígado são aumentadas pela Genfibrozila.

A Genfibrozila é um agente regulador de lípides que reduz o nível de colesterol total, de LDL-colesterol (lipoproteínas de baixa densidade), VLDL-colesterol e de triglicérides, e eleva o nível de HDL-colesterol. Atinge pico sérico entre 1 e 2 horas após o uso, estudos mostraram redução dos níveis plasmáticos de LDL, VLDL, triglicérides e aumento do HDL a partir da 8ª semana de uso.

A Genfibrozila é bem absorvida pelo trato gastrintestinal após administração oral. O pico plasmático ocorre entre 1 e 2 horas, com meia-vida plasmática de 1,5 hora após doses múltiplas. Os níveis plasmáticos são proporcionais à dose, não demonstrando acúmulo após doses múltiplas com o decorrer do tempo de uso. A farmacocinética da Genfibrozila é afetada pelo horário das refeições em relação ao horário da administração. Em um estudo, tanto a taxa como a extensão da absorção do fármaco foram significativamente aumentadas quando este foi administrado 0,5 hora antes das refeições. A AUC média foi reduzida em 14% a 44% quando a Genfibrozila foi administrada após as refeições, comparada com 0,5 hora antes das refeições. Em um estudo subsequente, obteve-se a taxa de absorção máxima da Genfibrozila quando administrada 0,5 hora antes das refeições, com a Cmáx 50% a 60% maior que quando administrada com as refeições ou no jejum. Neste estudo, não houve efeitos significantes na AUC do momento da administração em relação às refeições.

A Genfibrozila está altamente ligada às proteínas plasmáticas e existe potencial para interações de deslocamento com outros fármacos.

A Genfibrozila sofre oxidação de um grupo metila ligado ao anel, formando sucessivamente os metabólitos hidroximetila e carboxila.

Cerca de 70% da dose administrada em humanos é excretada na urina, principalmente na forma de glucuronídeos conjugados, menos de 2% da dose é excretada na forma de Genfibrozila inalterada e 6% da dose é eliminada nas fezes.

Não há estudos adequados e bem controlados em humanos. Estudos prolongados foram conduzidos em ratos com doses de Genfibrozila equivalentes a 0,2 e 1,3 vezes a exposição humana (baseados na AUC). A incidência de nódulos hepáticos benignos e carcinomas hepáticos foi significativamente maior em ratos machos recebendo doses elevadas. Em ratas recebendo doses elevadas de Genfibrozila, houve um aumento significativo na incidência combinada de neoplasias hepáticas benignas e malignas.

Um estudo comparativo de carcinogenicidade também foi realizado em ratos comparando três fármacos nesta classe: fenofibrato (10 mg/kg e 60 mg/kg; 0,3 e 1,6 vezes a dose recomendada para humanos), clofibrato (400 mg/kg; 1,6 vezes a dose recomendada para humanos) e Genfibrozila (250 mg/kg; 1,7 vezes a dose recomendada para humanos). Os adenomas pancreáticos acinosos foram aumentados em machos e fêmeas tratados com fenofibrato. Observou-se um aumento no carcinoma hepatocelular e adenomas pancreáticos acinosos em machos e nos nódulos neoplásicos hepáticos em fêmeas tratadas com clofibrato. Observou-se também um aumento nos nódulos neoplásicos hepáticos em machos e fêmeas tratados com Genfibrozila, enquanto que um aumento nos tumores de células intersticiais testiculares foram observados em machos, com os três fármacos.

Foram conduzidos estudos prolongados em camundongos com doses equivalentes a 0,1 e 0,7 vezes a exposição humana (baseados na AUC). Não houve diferenças estatisticamente significativas na incidência de tumores hepáticos em relação aos controles, mas as doses testadas foram mais baixas que as identificadas como sendo carcinogênicas com outros fibratos. A administração de aproximadamente duas vezes a dose recomendada para humanos (baseada na área da superfície corpórea) em ratos machos, por 10 semanas, resultou em diminuição da fertilidade relacionada à dose. Estudos subsequentes demonstraram que esse efeito foi revertido após um período de aproximadamente 8 semanas sem o fármaco e não foi transmitido aos descendentes. Fetotoxicidade reduzida se manifestou pela redução do peso de nascimento observada com doses altas.

Fonte do conteúdo

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Lopid ® Wyeth.

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