Cloridrato de EtilefrinaBula do Princípio Ativo

Cloridrato de Etilefrina - Para que serve?

Cloridrato de Etilefrina é indicado para o tratamento da hipotensão sintomática ou ortostática, associada geralmente com sintomas como tonturas, sensação de fadiga inexplicável, visão embaçada ou perda da visão, sensação de fraqueza.

Cloridrato de Etilefrina é indicado para o tratamento da hipotensão normovolêmica aguda, síncope cardiovascular.

Cloridrato de Etilefrina: Contraindicação de uso

Cloridrato de Etilefrina é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao Cloridrato de Etilefrina ou a qualquer um dos excipientes da fórmula e em pacientes com desregulação hipotensora, a qual produz uma reação hipertensiva ao levantar.

Cloridrato de Etilefrina está contraindicado no primeiro trimestre de gravidez e durante a lactação.

Cloridrato de Etilefrinaestá classificado na categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Cloridrato de Etilefrina: Posologia e como usar

Cloridrato de Etilefrina comprimidos e solução oral devem ser ingeridos por via oral, com um pouco de líquido. Obtém-se um efeito especialmente rápido se forem ingeridos antes das refeições.

1 a 2 comprimidos, 3 vezes ao dia.

1/2 a 1 comprimido, 3 vezes ao dia.

10 a 20 gotas (5 - 10 mg), 3 vezes ao dia.

5 a 10 gotas (2,5 - 5 mg), 3 vezes ao dia.

2 a 5 gotas (1,25 - 2,50 mg), 3 vezes ao dia.

Se for indicado o uso intravenoso, deve-se preferir a aplicação por meio de infusão gota a gota. Cloridrato de Etilefrina injetável não é compatível com solução de levulose.

A dose deve ser regulada de forma que se consiga atingir os valores de frequência do pulso e de pressão arterial requeridos e deve ser determinada separadamente para cada paciente. Recomenda-se que os pacientes que recebem infusão intravenosa sejam tratados em uma unidade de cuidados intensivos, com monitorização regular de ECG, pressão arterial e pressão venosa central.

0,4 mg/min (0,2-0,6 mg/min).

0,2 mg/min (0,1-0,4 mg/min).

0,1 mg/min (0,05-0,2 mg/min).

Para a infusão deve-se utilizar solução fisiológica de NaCl, solução de Ringer com lactato, solução de glicose a 5% ou solução de xilitol a 10% sem nenhum aditivo suplementar.

Em casos graves de colapso circulatório, Cloridrato de Etilefrina pode ser administrado por injeção intravenosa lenta. Em adultos deve-se administrar a metade do conteúdo de uma ampola de 10 mg (=0,5 ml); as doses para crianças devem ser correspondentemente menores.

1 ml.

0,7-1 ml.

0,4-0,7 ml.

0,2-0,4 ml.

Caso necessário, a dose deve ser repetida a intervalos de 1-3 horas.

50 mg.

40 mg.

30 mg.

Cloridrato de Etilefrina - Reações Adversas

Cefaleia .

Ansiedade , insônia , tremor, inquietação, tontura , palpitação, taquicardia, arritmia, náusea .

Hipersensibilidade (reação alérgica), angina pectoris , aumento da pressão arterial, hiperidrose .

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária- Notivisa, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Cloridrato de Etilefrina: Interações medicamentosas

Os efeitos de Cloridrato de Etilefrina podem ser potencializados pela administração concomitante de guanetidina, mineralocorticóides, reserpina, hormônios tireoidianos, outros simpatomiméticos ou outras substâncias com atividade simpatomimética (como antidepressivos tricíclicos, inibidores da MAO, anti-histamínicos).

Os hidrocarbonetos alifáticos halogenados em anestésicos inalatórios e glicosídeos cardíacos em doses mais elevadas podem aumentar os efeitos dos agentes simpatomiméticos sobre o coração, provocando, assim, o desenvolvimento de arritmias cardíacas.

A di-hidroergotamina aumenta a absorção enteral de Cloridrato de Etilefrina, aumentando a sua ação. A atropina pode potencializar o efeito de Cloridrato de Etilefrina e aumentar a frequência cardíaca.

Agentes bloqueadores adrenérgicos (alfa-bloqueadores e beta-bloqueadores) podem suprimir parcial ou totalmente os efeitos do Cloridrato de Etilefrina. O tratamento com beta-bloqueadores pode induzir bradicardia reflexa.

O efeito dos medicamentos hipoglicemiantes pode ser diminuído.

Cloridrato de Etilefrina: Precauções

Deve-se proceder com precaução em pacientes com taquicardia, arritmias cardíacas, distúrbios cardiovasculares graves, diabetes mellitus e com hipertireoidismo .

O uso de Cloridrato de Etilefrina durante competição atlética leva a resultados positivos em testes para o uso de substâncias não clínicas, por exemplo, substâncias para melhorar o desempenho atlético.

Um comprimido de Cloridrato de Etilefrina contém 31,8 mg de lactose, correspondentes a 190,8 mg de lactose por dose diária máxima, de 6 comprimidos, recomendada (adultos).

Pacientes com rara condição hereditária de intolerância à galactose, por exemplo, galactosemia , não devem tomar esse medicamento.

Cloridrato de Etilefrina comprimidos e solução oral contêm o excipiente metabissulfito de sódio que pode raramente causar reações de hipersensibilidade grave e broncoespasmo.

Cloridrato de Etilefrina solução oral contém metilparabeno e propilparabeno que podem causar reações alérgicas (possivelmente retardadas).

O uso de Cloridrato de Etilefrina solução oral deve ser realizado com precaução em crianças menores de dois anos, devido a sua capacidade limitada para metabolizar o excipiente propilparabeno. Não existem dados suficientes sobre os possíveis efeitos, por exemplo, no sistema reprodutor masculino, e nenhuma recomendação de exposição máxima diária está disponível para essa faixa etária. O uso de uma formulação contendo propilparabeno para crianças com menos de dois anos deve ser justificada caso a caso, avaliando a necessidade do tratamento e o risco potencial.

Este medicamento pode causar doping .

Cloridrato de Etilefrina está contraindicado no primeiro trimestre da gravidez, porque os dados clínicos são insuficientes e os não clínicos demonstraram um efeito teratogênico. Durante o segundo e terceiro trimestres, somente poderá ser utilizado após cuidadosa avaliação sobre os riscos e benefícios do tratamento. O Cloridrato de Etilefrina pode prejudicar a perfusão útero-placentária e provocar um relaxamento uterino. Como não se pode excluir a possibilidade de o fármaco passar para o leite materno, Cloridrato de Etilefrina está contraindicado durante o período de lactação.

Não foram realizados estudos pré-clínicos com Cloridrato de Etilefrina com relação à fertilidade. Não foram realizados estudos sobre o efeito na fertilidade humana.

Cloridrato de Etilefrinaestá classificado na categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não foram realizados estudos sobre o efeito de dirigir e operar máquinas, no entanto, o paciente deve ser advertido que poderá sentir efeitos indesejáveis, como tontura, durante o tratamento com Cloridrato de Etilefrina. Portanto, deve-se recomendar cuidado ao realizar estas tarefas.

Deve-se proceder com precaução em pacientes com taquicardia, arritmias cardíacas, distúrbios cardiovasculares graves, diabetes mellitus e com hipertireoidismo.

Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Entretanto, os pacientes devem ser informados de que podem ter efeitos indesejáveis, como tontura, durante o tratamento com Cloridrato de Etilefrina injetável. Portanto, recomenda-se cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas e se os pacientes tiverem tonturas, devem evitar tarefas tais potencialmente perigosas.

O uso de Cloridrato de Etilefrina durante competição atlética pode levar a resultados positivos em testes para o uso de substâncias não clínicas, por exemplo, substâncias para melhor o desempenho atlético.

Este medicamento pode causar doping .

Cloridrato de Etilefrina está contraindicado no primeiro trimestre da gravidez e somente deverá ser utilizado durante o segundo e terceiro trimestres após cuidadosa avaliação sobre os riscos e benefícios do tratamento. O Cloridrato de Etilefrina pode prejudicar a perfusão útero-placentária e provocar um relaxamento uterino. Como não se pode excluir a possibilidade de o fármaco passar para o leite materno, Cloridrato de Etilefrina está contraindicado durante o período de lactação.

Não foram realizados estudos pré-clínicos com Cloridrato de Etilefrina com relação à fertilidade. Não foram realizados estudos sobre o efeito na fertilidade humana.

Cloridrato de Etilefrina: Ação da substância no organismo

Resultados de Eficácia

Em um estudo multicêntrico randomizado, controlado por placebo, duplo-cego, com comparação de grupos paralelos, foram observados 3 grupos: (3x5 mg Cloridrato de Etilefrina, 3x10 mg Cloridrato de Etilefrina e 3x placebo por dia).

A casuística do referido estudo foi de 366 pacientes randomizados incluídos na análise de eficácia (intenção de tratamento - ITT): 362 pacientes; 3x10 mg Cloridrato de Etilefrina: 124 (123); 3x5 mg Cloridrato de Etilefrina: 121 (119) placebo: 121 (120). Os principias critérios de inclusão foram: Hipotensão ortostática sintomática, determinada por: pressão arterial sistólica: redução de pelo menos 20 mm Hg após 5 minutos na posição ereta no teste de Schellong; frequência cardíaca: aumento não superior a 10 batimentos por minuto durante 5 minutos na posição ereta no teste de Schellong.

Todos os 3 tratamentos, incluindo o esquema placebo, produziram efeitos clinicamente visíveis sobre a pressão arterial, com vantagem para o esquema Cloridrato de Etilefrina, conforme avaliado pela resposta da pressão arterial. Esses efeitos foram confirmados (e foram mais pronunciados) no julgamento, por parte dos investigadores, dos sintomas associados com a hipotensão ortostática sintomática (IHBS-A / IHBS/C) e na avaliação global de eficácia.

Pacientes que responderam ao tratamento: Na análise de “intenção de tratamento” (ITT) do parâmetro primário “taxa de resposta” 82,9% dos pacientes tratados com 3x10 mg e 78,2% dos pacientes no esquema 3x5mg Cloridrato de Etilefrina conseguiram resposta em comparação com 73,3% dos pacientes que responderam ao esquema placebo (p=0,087 e 0,451).

O efeito agudo de uma dose adicional isolada de 10 mg de Cloridrato de Etilefrina após 14 dias de tratamento crônico (4º teste de Schellong) resultou em uma maior taxa de resposta de 88,6% comparado com 82,9% no 2º teste de Schellong. O valor-p para o 4º teste Schellong, comparando o esquema 3x10 mg de Cloridrato de Etilefrina ao esquema placebo pelo Teste Exato de Fischer (bi-caudal) foi 0,699.

Corresponde aos resultados relacionados com a dose na variável primária responsiva, onde os resultados da pressão arterial sistólica na posição ereta foram dose-dependentes, correspondendo a um aumento de 15,0 mm Hg na dose de 10 mg, 13,8 mm Hg na dose de 5 mg, e 12,6 mm Hg no grupo placebo, enquanto que a pressão arterial sistólica na posição supina demonstrou uma ligeira redução de aproximadamente 5 – 7 mm Hg, comparável em todos os três grupos.

Os sintomas clínicos avaliados mostraram uma redução clinicamente relevante na “Soma Total da Pontuação por Paciente” do IHBS-A (8 itens, avaliados pelos sintomas durante cada teste de Schellong) e IHBS-C (22 itens, avaliados por períodos de tempo de 14 dias antes do estudo e durante o tratamento), questionários mostrando vantagens estatisticamente significantes para o esquema Cloridrato de Etilefrina nos testes de exploração.

A avaliação global de eficácia mostrou vantagens marcantes e significantes na avaliação de cada esquema Cloridrato de Etilefrina com 85% dos casos avaliados como “bom” ou “satisfatório”, comparado com apenas 68% no esquema placebo.

Em conclusão, todos os 3 tratamentos mostraram uma melhora clínica da doença durante o período do estudo. Este efeito clinicamente visível foi mais pronunciado para Cloridrato de Etilefrina, especificamente no esquema 3x10. Foram também confirmados e marcadamente mais pronunciados os efeitos distintos no questionário para os pacientes, avaliando os sintomas clínicos associados à hipotensão ortostática e a avaliação global de eficácia pelos investigadores. Nos parâmetros subjetivos (os mais importantes critérios para os pacientes acometidos por hipotensão ortostática), as pontuações dos sintomas e a avaliação global, as vantagens para o tratamento com Cloridrato de Etilefrina (maior na maioria dos casos na dosagem mais alta de Cloridrato de Etilefrina) foram mais claramente observadas do que nos parâmetros objetivos e atingiu significância exploratória nas análises das diferenças entre grupos.

Assim sendo, os investigadores relataram um bom efeito terapêutico com vantagens clínicas para Cloridrato de Etilefrina, na comparação do tratamento com Cloridrato de Etilefrina ao placebo.

Referência Bibliográfica

1. Eberhardt R, Hege H. Efficacy and Tolerability of Etilefrine in Comparison to Placebo in Patients with Symptomatic, Orthostatic Hypotension.

O efeito do Cloridrato de Etilefrina administrada intravenosamente foi investigado em um estudo em voluntários sãos tendo-se observado o aumento da frequência de pulso, do débito cardíaco, do volume sistólico, da pressão venosa central e da pressão arterial média. A resistência vascular periférica começou a cair com a infusão de 1-8 mg de Cloridrato de Etilefrina, porém passou a aumentar nas doses mais altas.

Após a administração intravenosa de propranolol 2,5 mg, observou-se acentuada queda na frequência de pulso, no débito cardíaco, no volume sistólico, na perfusão periférica acompanhado de um ascenção da pressão arterial média. Estes achados indicam que a etilelfrina tem efeitos tanto β1 como α adrenégico.

Em um estudo randomizado, controlado por placebo, duplo-cego, com comparação de grupos paralelos, multicêntrico foram observados 3 grupos: (3x5 mg Cloridrato de Etilefrina, 3x10 mg Cloridrato de Etilefrina 3xplacebo por dia).

A casuística do referido estudo foi de 366 pacientes randomizados: incluídos na análise de eficácia (intenção de tratamento - ITT): 362 pacientes; 3x10 mg Cloridrato de Etilefrina: 124 (123); 3x5 mg Cloridrato de Etilefrina: 121 (119), placebo: 121 (120). Os principias critérios de inclusão foram: Hipotensão ortostática sintomática, pressão arterial sistólica: redução de pelo menos 20 mm Hg após 5 min na posição ereta no teste Schellong; frequência cardíaca: aumento não superior a 10 batimentos por minuto 5 min na posição ereta no teste Schellong.

Todos os 3 tratamentos, incluindo o esquema placebo, produziram efeitos clinicamente visíveis sobre a pressão arterial, com vantagem para o esquema Cloridrato de Etilefrina, conforme avaliado pela resposta da pressão arterial. Esses efeitos foram confirmados (e foram mais pronunciados) no julgamento, por parte dos investigadores, dos sintomas associados com a hipotensão ortostática sintomática (IHBS-A / IHBS/C) e na avaliação global de eficácia.

Pacientes que responderam ao tratamento: Na análise de “intenção de tratamento” (ITT) do parâmetro primário “taxa de resposta” 82,9% dos pacientes tratados com 3x10 mg e 78,2% dos pacientes no esquema 3x5mg Cloridrato de Etilefrina conseguiram resposta em comparação com 73,3% dos pacientes que responderam no esquema placebo (p=0,087 e 0,451).

O efeito agudo de uma dose adicional isolada de 10 mg de Cloridrato de Etilefrina após 14 dias de tratamento crônico (4º teste Schellong) resultou em uma maior taxa de resposta de 88,6% comparado com 82,9% no 2º teste Schellong. O valor-p para o 4º teste Schellong, comparando o esquema 3x10 mg de Cloridrato de Etilefrina ao esquema placebo com o Teste Exato de Fischer (bi-caudal) foi 0,699.

Corresponde aos resultados relacionados com a dose na variável primária responsiva onde os resultados da pressão arterial sistólica na posição ereta foram dose-dependente, correspondendo a um aumento de 15,0 mm Hg na dose de 10 mg, 13,8 mm Hg na dose de 5 mg, e 12,6 mm Hg no grupo placebo, enquanto a pressão arterial sistólica na posição supina tenha mostrado uma ligeira redução de aproximadamente 5 – 7 mm Hg, comparável em todos os três grupos.

Os sintomas clínicos avaliados mostraram uma redução clinicamente relevante na “Soma Total da Pontuação por Paciente” do IHBS-A (8 itens, avaliados pelos sintomas durante cada teste Schellong) e IHBS-C (22 itens, avaliados por períodos de tempo de 14 dias antes do estudo e durante o tratamento), questionários mostrando vantagens estatisticamente significantes para o esquema Cloridrato de Etilefrina nos testes de exploração.

A avaliação global de eficácia mostrou vantagens marcantes e exploratoriamente significantes na avaliação de cada esquema Cloridrato de Etilefrina com 85% dos casos avaliados com “bom” ou “satisfatório”, comparado com apenas 68% no esquema placebo.

Em conclusão, Todos os 3 tratamentos mostraram uma melhoria clínica da doença durante o período do estudo. Este efeito clinicamente visível foi mais pronunciado para o Cloridrato de Etilefrina, especificamente no esquema 3x10. Foi também confirmado e marcantemente mais pronunciado por efeitos distintos no questionário para os pacientes, avaliando os sintomas clínicos associados à hipotensão ortostática e na avaliação global de eficácia pelos investigadores. Nos parâmetros subjetivos (os mais importantes critérios para os pacientes acometidos por hipotensão ortostática), as pontuações dos sintomas e a avaliação global, as vantagens para o tratamento com Cloridrato de Etilefrina (mais aumentada na maioria dos casos na dosagem mais alta de Cloridrato de Etilefrina) foi mais claramente observada do que nos parâmetros objetivos e atingiu significância exploratória nas análises das diferenças entre grupos.

Assim sendo, os investigadores relataram um bom efeito terapêutico com vantagens clínicas para o Cloridrato de Etilefrina, na comparação do tratamento com Cloridrato de Etilefrina ao placebo.

Referências Bibliográficas

1. Coleman AJ, Leary WP, Asmal AC. The cardiovascular effects of etilefrine. Eur J Clin Pharmacol 1975;8:41- 45.
2. Eberhardt R, Hege H. Efficacy and Tolerability of Etilefrine in Comparison to Placebo in Patients with Symptomatic, Orthostatic Hypotension.

Características Farmacológicas

Cloridrato de Etilefrina, um agente simpatomimético de ação direta, com elevada afinidade pelos receptores alfa-1 e beta-1. Receptores beta-2 também podem ser ativados em doses elevadas. Por este motivo é capaz de aumentar a contratilidade cardíaca e melhorar o desempenho cardíaco, elevando o volume sistólico; adicionalmente, eleva o tônus venoso e a pressão venosa central, provocando um aumento do volume sanguíneo circulante. Demonstrou-se um efeito inotrópico positivo em pacientes com função cardíaca normal ou ligeiramente alterada.

O fármaco eleva a pressão sistólica em maior grau que a diastólica e foi observado um discreto efeito cronotrópico. Consequentemente, em caso de alterações cardiovasculares funcionais, o fármaco pode proporcionar uma melhora dos sintomas tais como tontura, cansaço e tendência a desmaio, assim como estabilizar os parâmetros hemodinâmicos.

Cloridrato de Etilefrina, um agente simpatomimético de ação direta, com elevada afinidade pelos receptores alfa1, beta-1 e beta-2. Por este motivo é capaz de potencializar a contratilidade cardíaca e aumentar o desempenho cardíaco, elevando o volume sistólico; adicionalmente eleva o tônus venoso e a pressão venosa central, provocando um aumento do volume sanguíneo circulante. Demonstrou-se um efeito inotrópico positivo em pacientes com função cardíaca normal ou ligeiramente alterada.

O fármaco eleva a pressão sistólica em maior grau que a diastólica. Consequentemente, em caso de alterações cardiovasculares funcionais, o fármaco pode proporcionar uma melhora dos sintomas tais como tontura, cansaço e tendência a desmaio, assim como estabilizar os parâmetros hemodinâmicos.

Como resultado do efeito de primeira passagem, a biodisponibilidade da solução oral é de aproximadamente 8% e a dos comprimidos é de aproximadamente 12%.

Cerca de 23% do fármaco se fixam às proteínas do plasma. Após dose única oral de 10 mg (comprimidos e solução oral), as concentrações máximas (medianas) no plasma são alcançadas após cerca de 20 minutos para os comprimidos (8 ng/mL) e cerca de 30 minutos para a solução oral (5 ng/mL).

Não se constatou a passagem do fármaco através da barreira hematoencefálica, ao administrá-lo sob forma marcada com isótopo radioativo a ratos. Desconhece-se até o momento se o Cloridrato de Etilefrina atravessa a barreira placentária ou se passa para o leite materno.

O Cloridrato de Etilefrina é principalmente eliminada pelo metabolismo. O principal metabólito em humanos é ácido sulfúrico conjugado. Não há evidências sugerindo a existência de metabólitos ativos.

A meia vida de eliminação terminal é de aproximadamente 2 horas. Depois da administração de Cloridrato de Etilefrina marcada com trítio, recuperaram-se na urina 75-80% da radioatividade total. Já que o Cloridrato de Etilefrina e seus conjugados são excretados principalmente por via renal, é possível que os conjugados possam acumular-se nos rins em pacientes que apresentam insuficiência renal.

Após a administração intravenosa, a concentração de Cloridrato de Etilefrina no plasma mostra um declínio biexponencial; a meia vida da fase alfa é de 6,2 minutos, da fase beta terminal é de 2,2 horas. A eliminação renal de Cloridrato de Etilefrina e seus metabólitos foi de 78,2% após 24 horas. O metabólito principal foi Cloridrato de Etilefrina conjugada com ácido sulfúrico, cuja eliminação renal foi de 44,4% da dose administrada, dentro de 24 horas. A proporção de Cloridrato de Etilefrina livre recuperada na urina foi de 28,3%; o ácido 3-hidroximandélico correspondeu a 3,5% do fármaco eliminado por via renal.

Fonte do conteúdo

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Efortil ® .

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